INTELIGÊNCIA COMPETITIVA COMO PROCESSO PARA A FORMULAÇÃO DA ESTRATÉGIA ORGANIZACIONAL: UM ESTUDO UTILIZANDO OS SINAIS FRACOS DAS ORGANIZAÇÕES
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Palavras-chave

Inteligência Competitiva

Como Citar

Craco, T., Fernandes, A. M., Camargo, M. E., Biegelmeyer, U. H., Zanandrea, G., Pozzo, D. N., & Remussi, R. (2016). INTELIGÊNCIA COMPETITIVA COMO PROCESSO PARA A FORMULAÇÃO DA ESTRATÉGIA ORGANIZACIONAL: UM ESTUDO UTILIZANDO OS SINAIS FRACOS DAS ORGANIZAÇÕES. Revista Inteligência Competitiva, 6(2), 181–199. https://doi.org/10.24883/IberoamericanIC.v6i2.163

Resumo

Inteligência Competitiva (IC) consiste em uma ferramenta capaz de auxiliar no monitoramento dos ambientes acerca do reconhecimento de seus sinais fracos e de interpretações que possibilitem a prospecção de cenários novos favoráveis a atual realidade das empresas. Sob essa perspectiva, desenvolveu-se um estudo analisando duas organizações de grande representação nacional nos segmentos em que atua (metal mecânico e comércio varejista), localizada na região nordeste do Estado do Rio Grande do Sul, sendo que uma possui IC implantada e outra não adota tal ferramenta de gestão. O método de pesquisa utilizado possui abordagem qualitativa por meio de um estudo de caso. Como técnica de coleta de evidências, desenvolveram-se entrevistas semiestruturadas com os gestores das empresas, onde se constatou que para a efetiva implantação da IC é imprescindível à participação da gestão e a centralização das informações, observando-se que o maior obstáculo enfrentado durante tal processo refere-se ao aspecto cultural relacionado ao compartilhamento e reconhecimento de fontes confiáveis de informações. Comparativamente, a empresa que apresenta IC procura antecipar e modificar possíveis cenários, trabalhando com os sinais fracos, em contrapartida a outra empresa volta-se aos sinais fortes desenvolvendo um planejamento estratégico direcionado às ameaças da concorrência ao invés da antecipação de oportunidades.

https://doi.org/10.24883/IberoamericanIC.v6i2.163
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Referências

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